Habitar o filme: Fellini um mestre da improvisação

Antonio Carlos Santos

Resumo


O objetivo deste texto é construir, a partir de “Cidade das Mulheres” (1980), uma linha que une a biografia e a mitologia fellinianas à sua maneira de filmar que, vai se tornando cada vez mais uma improvisação, ou seja, que deixa de lado uma narrativa tradicional para se apoiar em um exercício que é desenvolvido e ganha corpo no set de filmagem. “Oito e meio” (1963), com o qual “Cidade das Mulheres” tem uma relação estreita, ajuda a entender essa maneira de filmar tateante, jocosa, que mistura sonho e realidade, memória e ficção em um espetáculo em que o riso e a reflexão são os personagens principais.

Palavras-chave


Biografia; Cinema; Mitologia felliniana

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v7e22012356-361

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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