Como a fotografia contemporânea pensa a memória?

Ana Emília Jung

Resumo


Se a imagem pensa e pensa em seus próprios termos, como afirma Didi-Huberman, como podemos compreender o estatuto da fotografia contemporânea sobre a memória? Se Freud afirma que o objeto está para sempre perdido, qual seria de fato o referente fotográfico na sociedade contemporânea? A partir da análise de práticas artísticas recentes que utilizam e pensam a fotografia, iremos apontar neste artigo como a noção de memória é re-formada desde sua estaticidade para configurar novos conjuntos de possibilidades de tempos e espaços.

Palavras-chave


Fotografia contemporânea; Objeto perdido; Referente; Memória; Imagem

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v0e02009205-214

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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