Belmiro de Almeida e o realismo: da glosa ao encanto da proximidade

Antonio Carlos Santos

Resumo


Através de uma versão de Belmiro de Almeida de um quadro de Henri Gervex, pensar a questão do realismo visto não como mímesis, mas como momento de ruptura com o regime representativo (Rancière), e da “cópia” como glosa, ou seja, como versão canibal de um “original” europeu.

Palavras-chave


Mímesis; Realismo; Século XIX

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v0e02009247-254

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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