“... porque um preto é feio” – A Flauta Mágica de Mozart e a figuração do Outro

Klaus Eggensperger

Resumo


Crítica da figuração do Outro na ópera iluminista de Mozart e Schikaneder. O presente artigo investiga a Flauta Mágica como narrativa identitária, que conta da formação da subjetividade do protagonista masculino e do papel do feminino nesse processo. Além disso, as figuras do meio-selvagem branco Papageno e do malvado negro Monostatos são questionadas a partir de observações históricoculturais de uma perspectiva pós-colonial.


Palavras-chave


Mozart; Flauta Mágica; Crítica pós-colonial; Figuração do outro

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v5e12010103-128

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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