Cesário Verde, nem lá nem cá

Júlia Vasconcelos Studart

Resumo


Este artigo trata da relação da poesia de Cesário Verde com alguns vetores da tradição da poesia portuguesa até os finais do século XIX. A idéia é mostrar o quanto a sua poesia invade esta tradição a partir de um móbil de não pertencimento - o seu nem lá nem cá - e de como ele arma sua poesia neste espaço da tradição que é o seu exato sem lugar no espaço ao propor uma modulação do mito babélico da Lisboa moderna.

Palavras-chave


Poesia portuguesa; Modernidade; Cidade; Babel; Espaço

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v5e12010207-218

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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