Mocidade Morta: A vida na arte do século XIX

Alexandra Filomena Espindola

Resumo


Este ensaio pretende ler o romance Mocidade Morta, de Gonzaga Duque, e fazer algumas comparações entre a vida e a arte do século XIX. Gonzaga Duque utiliza alguns acontecimentos e personagens de sua época em seu livro, o que confere ao romance um caráter realista na arte. Ao longo dos capítulos, a arte vai se apropriando do “real”; se, como afirma Rancière, o real precisa ser ficcionado para ser pensado, a arte é, por excelência, lugar privilegiado para pensarmos a vida.

Palavras-chave


Mocidade Morta; Arte; Vida

Texto completo:

PDF/A


DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v11e12016153-162

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

Licença Creative Commons
Revista Crítica Cultural de http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/Critica_Cultural/index está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.