Miró e a iminência do não-poder

Raúl Antelo

Resumo


O artigo rearma os ensaios de Carl Einstein a respeito de Joan Miró. Dessa maneira, se destaca a tentativa do autor de Negerplastik de precisar uma mitologia atual, viva, fundada em aspectos temáticos e formais do cubismo, contribuindo assim para uma expressão figurativa daquelas forças da ação criativa que irrompem, ora a partir das camadas espirituais arcaicas, ora daquilo que esteve sepulto até o presente. A alucinação, a metamorfose, o primitivismo são, assim, princípios estéticos capitais, com os quais Einstein delineia um Miró de uma simplicidade pré-histórica que nos conduziria a uma contemporaneidade cada vez mais arcaica.

Palavras-chave


Joan Miró; Carl Einstein; Contemporaneidade e primitivism

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v11e22016187-192

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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