A presença do repórter e os 3 mil jornalistas que viram a guerra do Iraque nas bordas do conflito

Vanessa Lehmkuhl Pedro

Resumo


Este artigo analisa a presença do repórter na cobertura dos conflitos armados, especialmente durante a Guerra do Iraque, de 2003, o potencial de transformação do narrador e da narrativa a partir dessa experiência, a cobertura a partir da periferia da guerra, o uso de tecnologia como tema e instrumento da cobertura. A análise parte do documentário War feels like war, do espanhol Esteban Uyarra, e analisa essas questões a partir de Benjamin, Agamben, Foucault, Martin-Barbero, Hoskins e Chomsky. O texto segue um grupo de jornalistas que cobriu a Guerra do Iraque como ‘unilaterais’ e estiveram mais de três mil deles nas bordas do conflito, no Kuwait, revelando o jornalismo como narrativas, suas possibilidades e potencialidades.

Palavras-chave


Guerra. Jornalismo. Narrativa. Iraque. Cobertura de guerra

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v12e22017233-248

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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