As imagens do tempo em Avalovara

Djulia Justen

Resumo


Tanto as construções do romance Avalovara, de Osman Lins, quanto a do relógio montado pelo personagem Julius Heckenthorn, do mesmo livro, perpassam uma temporalidade múltipla. As montagens de ambos implicam um questionamento da temporalidade. Narrativa e relógio propiciam encontros singulares de tempo, tanto do relógio da narrativa quanto do relógio com a narrativa. Através da espiral, do quadrado e da montagem (que tanto no romance quanto no relógio são privilegiadas) desdobram-se imagens do tempo que produzem encontros e despertares: do e para o tempo.

Palavras-chave


Imagem; Montagem; Tempo; Osman Lins

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v13e12018161-172

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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