Infância destruída: as bestas e o ano zero da civilização

Vinícius Honesko, Alice Freyesleben

Resumo


 O presente artigo tem como finalidade propor algumas análises a respeito dos filmes Beasts of no nation e Germania anno zero. Utiliza-se de alguns conceitos desenvolvidos pelo filósofo Giorgio Agamben como chave de leitura dos filmes. Também indica, a partir das colocações de Susan Buck-Morss, a pertinência do cinema não apenas como meio de análise das conjunturas históricas contemporâneas, mas como via de acesso alegórica a determinadas categorias que constituem a dimensão da política contemporânea. Por fim, a partir das análises dos filmes, aponta como a questão da infância (entendida também como infância da humanidade) parece ser fundamental para pensar a inextricável conexão entre civilização e barbárie.


Palavras-chave


beasts of no nation; germania anno zero; cinema; infância

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v13e22018205-217

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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