A ilha do mar Atlante, de Juan Tomás Ávila Laurel: autobiografia e ciberativismo ensaístico na Guiné Equatorial

Ana Lúcia Sá

Resumo


Neste texto, dedicado ao escritor Juan Tomás Ávila Laurel, destaca-se a sua posição no campo da literatura da Guiné Equatorial, por se tratar do escritor crítico da ditadura de Teodoro Obiang com mais visibilidade internacional que vive no país, circunstância que ganha contornos mais marcados devido ao seu ciberativismo. Baseando-se essencialmente em registos ensaísticos e no romance autobiográfico Arde el Monte de Noche, este texto procura problematizar, de acordo com o projeto de compromisso social que subjaz à produção escrita de Juan Tomás Ávila Laurel, a colonialidade vivida por uma parte da humanidade, bem como a emergência de vozes e de ações que subvertem os quadros de ausências dos condenados da terra em atuais sistemas de dominação e de univocidade.

Palavras-chave


Guiné Equatorial; Autobiografia; Colonialidade; Compromisso social

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v6e22011487-502

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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