Jogo e limitação

Fernando Scheibe

Resumo


Que haja jogo, que estejamos em jogo. Mas num jogo “maior”, irrestrito, cujas próprias regras também sejam postas em jogo. Este artigo aponta algumas das conseqüências político (a comunidade fundada na ausência de comunidade) – literário (a literatura como interrupção do mito) – filosóficas (a transgressão desconstrucionista da metafísica ocidental) de uma tal exigência formulada, entre outros, pelo escritor francês Georges Bataille (1896-1962).

Palavras-chave


Jogo; Georges Bataille; Transgressão desconstrucionista; Metafísica ocidental; Mito

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v1e120065-9

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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