PERCEPÇÃO SOBRE A FORMAÇÃO DE REDES DE COOPERAÇÃO NO MERCADO IMOBILIÁRIO

Claudia Guarnieri de Matos, Thiago Andre Finimundi

Resumo


Este artigo buscou analisar os aspectos facilitadores, dificultadores e principais focos de conflito do processo sucessório de uma empresa familiar considerada de grande porte. Metodologicamente, trata-se de um estudo de caso único, com abordagem qualitativa e enfoque descritivo. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas e pesquisa documental. Conclui-se que o caso apresentou bem mais aspectos facilitadores do que dificultadores na condução dos processos, entre eles: o planejamento sucessório à longo prazo, programa de incentivo e de formação de lideranças incorporado à cultura, a formalização da governança corporativa, a preparação e a orientação para os herdeiros.

 

Palavras-chave:


Palavras-chave


Aspectos facilitadores; Aspectos dificultadores; Empresa familiar; Processo sucessório.

Texto completo:

PDF/A

Referências


BALESTRIN, Alsones; VERSCHOORE Jorge Renato. Redes de cooperação empresarial: estratégias de gestão na nova economia. Porto Alegre: Bookman, 2008.

BALESTRIN, Alsones. O campo de estudo sobre redes de cooperação interorganizacional no Brasil. 2010. Tese de Doutorado. Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Disponível em: , Acesso em 07 de maio de 2017.

BALESTRIN, Alsones; VARGAS, Lilia Maria; FAYARD, Pierre. Criação de conhecimento nas redes de cooperação interorganizacional. RAE-revista de administração de empresas, v. 45, n. 3, p. 52-64, 2005.

BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.

CÂNDIDO, Gesinaldo Ataíde; ABREU, AF de. Os conceitos de redes e as relações interorganizacionais: um estudo exploratório. 2000.

DOS REIS, Ana Paula; NETO, João Amato. Aprendizagem por cooperação em rede: práticas de conhecimento em arranjos produtivos locais de software. Production, v. 22, n. 3, p. 345-355, 2012. Disponível em: Acesso em 03 de abril de 2017.

DYER, J. H.; SINGH, H.. The relational view: Cooperative strategy and sources of interorganizational competitive advantage. Academy of management review, v. 4, n. 23, p. 660-679, 1998.

ESTEVES, C. N. B. (2009). A importância da confiança na orientação para a coopetição e o efeito desta na performance empresarial: o caso da indústria de moldes portuguesa (Master's thesis, FEUC/IPL). Disponível em: < https://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/11485/1/Microsoft%20Word%20-%20Tese%20Investiga%C3%A7%C3%A3o%2002-07-09.pdf> Acesso em 03 de Junho de 2017.

FARIA, Luísa Filipe. Redes de cooperação entre empresas: caso das redes de Nova Friburgo. 2006. Dissertação de Mestrado. Universidade de Aveiro.

FEIJÓ, Rodrigo Medeiros; ZUQUETTO, Rovian Dill. Cooperar para sobreviver e crescer: análise da rede de cooperação Redemac. Revista de Administração Mackenzie, v. 15, n. 3, p. 21, 2014.

FONTANELLA, Bruno José Barcellos; RICAS, Janete; TURATO, Egberto Ribeiro. Amostragem por saturação em pesquisas qualitativas em saúde: contribuições teóricas. Disponível em: Acesso em 05 de Junho de 2017.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª edição. São Paulo: Editora Atlas, 2007.

______. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5.ed. São Paulo: Atlas S.A, 2007.

GUMMESSON, Evert. Marketing de relacionamento total. [Total relationship marketing]. 3.ed.. São Paulo: Bookman, 2010.

KLOTZLE, Marcelo Cabus. Alianças estratégicas: conceito e teoria. Revista de Administração contemporânea, v. 6, n. 1, p. 85-104, 2002. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-65552002000100006&script=sci_arttext> acesso em 10 de Abril de 2017.

LEWIS, Jordan D. Alianças estratégicas: estruturando e administrando parcerias para o aumento da lucratividade. São Paulo, Pioneira, 1992.

MALHOTRA, Narash K et al. Introdução à pesquisa de marketing. São Paulo: Pearson/Perntice Hall, 2005.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2007.

MARQUEZ, Rui Cesar. Alianças estratégicas. Campinas, SP: Editora Alínea, 2003.

NOLETO, Marlova Jovchelovitch. Parcerias e alianças estratégicas: uma abordagem prática. São Paulo: Global, 2000.

OLAVE, Maria Helena León; e AMATO NETO, João. Redes de cooperação produtiva: uma estratégia de competitividade e sobrevivência para pequenas e médias empresas. Departamento de Engenharia e Produção. Universidade de São Paulo. Disponível em: Acesso em: 26 de outubro de 2016.

OLIVEIRA, Roberta Fernandes de; e GUERRINI Fabio Muller. Características das tipologias redes de cooperação entre empresas. XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produção. Curitiba-PR, 23 a 25 de outubro de 2002. Disponível em: . Acesso em: 14 de outubro de 2016.

SARQUIS, Aléssio Bessa. Estratégias de marketing para serviços: como as organizações devem estabelecer e implementar estratégias de marketing. São Paulo: Atlas, 2009.

TONDOLO, Vilmar Antonio Gonçalves; SCHNEIDER, Luis Carlos. Vantagens logísticas e cadeia de valor na rede de empresas: o caso de uma rede gaúcha de pequenas farmácias. Revista Alcance, v. 12, n. 2, p.143-160, 2008.

TIDD, Joe; BESSANT, John; PAVITT, Keith. Gestão da inovação. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.

VERSCHOORE, Jorge Renato; BALESTRIN, Alsones. Ganhos competitivos das empresas em redes de cooperação. Revista de Administração USP-Eletrônica, v. 1, n. 1, p. 1-21, 2008. Disponível em: Acesso em 13 de maio de 2017.

WINCKLER, Natália Carrão; MOLINARI, Gisele Trindade. Competição, colaboração, cooperação e coopetição: revendo os conceitos em estratégias interorganizacionais. Revista ADM Gestão Estratégica, v. 4, n. 1, p. 1-12, 2011.




DOI: http://dx.doi.org/10.19177/reen.v11e22018147-176

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


R. eletr. estrat. neg.Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1984-3372

Licença Creative Commons


REEN is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported .