Descartes e Rousseau: leituras antagônicas de infância e subjetividade

Vilmar Alves Pereira

Resumo


O presente artigo apresenta a discussão sobre infância e subjetividade a partir da perspectiva de dois grandes pensadores modernos: Descartes e Rousseau. Nesse sentido demonstra as aproximações entre os conceitos de infância e subjetividade como também aponta as diferenças sobre o modo como esses filósofos concebem essas categorias. É parte integrante da pesquisa de doutorado já concluída. Na leitura do texto fica explicito que ambos não partem do mesmo referencial. Cada um, movido pelas inquietações de seu tempo, delineiam os traços de infância e a subjetividade que herdamos da modernidade. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, cuja abordagem metodológica é hermenêutica procurando apresentar o potencial que essas categorias apresentam para o entendimento da educação moderna. Numa época que algumas leituras e discursos pós-modernos apressados buscam invalidar as contribuições desses pensadores, acreditamos que ser necessária a leitura desses clássicos.

Palavras-chave


Infância; Descartes; Rousseau

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/prppge.v4e7201120-37

Poiésis. Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN-e 2179-2534

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