DO CONTO BREVE E DO MICRO-CONTO EM LITERATURA PORTUGUESA PARA A INFÂNCIA

José António Gomes

Resumo


É a brevidade elemento distintivo de um texto para os mais novos na literatura para a infância? Possui uma tradição na história literária? Constitui, hoje, um traço negativo considerando a educação literária? Pode ao mesmo tempo assumir-se como um valor estético? O presente artigo aborda esta temática, mas enfatiza a importância de estudar a brevidade em textos narrativos para crianças. Consequentemente, analisa as obras de dois escritores portugueses de relevo, pertencentes a gerações distintas: Mário Castrim e Álvaro Magalhães. Ambos publicaram contos muito curtos e micro-contos para crianças, entre os anos 60 e 80 do século XX. Os traços específicos da sua produção são apontados aqui.


Palavras-chave


Brevidade; Conto breve; Micro-conto; Mário Castrim; Álvaro Magalhães

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/prppge.v12e0201862-70

Poiésis. Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN-e 2179-2534

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