POESIA PARA A INFÂNCIA – DOIS CAMINHOS ATUAIS VINDOS DE TRÁS: VISUALIDADE E BREVIDADE

Ana Cristina Vasconcelos de Macedo

Resumo


Com este artigo pretende-se refletir sobre a produtividade didático-pedagógica dos conceitos históricos de visualidade e de brevidade na literatura de potencial receção infantil e juvenil e sua importância formativa. Para o efeito, parte da análise da obra de três autores portugueses, pertencentes a gerações diferentes, que marcaram, de forma significativa, momentos da história recente da literatura portuguesa para a infância e a juventude em Portugal – Mário Castrim, Teresa Guedes e João Pedro Mésseder.


Palavras-chave


Poesia para a infância; Visualidade; Brevidade; Mário Castrim, Teresa Guedes e João Pedro Mésseder.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/prppge.v12e020186-25

Poiésis. Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN-e 2179-2534

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