MARXISMO, FEMINISMO E LUTA DE CLASSE

Telma Gurgel da Silva

Resumo


Nesse artigo, que resultou de um estudo teórico-crítico, três questões que demarcam a práxis do feminismo como sujeito político no campo mais amplo do marxismo são apontadas. A primeira é a insígnia feminista do pessoal como político; a segunda, a evidência das desigualdades na divisão sexual e política do trabalho; e por fim, a denúncia do controle do corpo das mulheres como ferramenta de dominação sistêmica. O texto dialoga com a história do feminismo como movimento social inserido na dinâmica da luta de classes, que desenvolve ações de ruptura estrutural-simbólica com as desigualdades sociais que se expressam na tríade patriarcado, racismo e capitalismo. Isto garante uma caracterização de coletivo total ao feminismo quando, em situações específicas, consegue articular a diversidade de experiências das mulheres em torno de objetivos políticos comuns. 


Palavras-chave


Mulheres; Feminismo marxista; Patriarcado; Racismo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/prppge.v12e222018337-349

Poiésis. Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN-e 2179-2534

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