Intervenções fisioterapêuticas aquáticas na Distrofia Muscular de Duchenne: Artigo de revisão

Deisy Winter, Priscila Mantovani Nocetti

Resumo


Objetivo: Buscar evidências científicas sobre condutas e benefícios gerados através de intervenções fisioterapeuticas aquáticas em portadores de Distrofia Muscular de Duchenne (DMD). Metodologia: Revisão não sistemática, não delimitada por data, nas bases de dados Bireme, MEDLINE, Pubmed, SciELO e ResearchGate com os descritores Distrofia Muscular de Duchenne e Fisioterapia Aquática ou Hidroterapia ou Exercícios Aquáticos. Discussão: O enfoque da fisioterapia para DMD mudou ao longo das últimas duas décadas. Atualmente procura-se retardar o progresso natural da doença e promover qualidade de vida. Diversos autores concordam que no ambiente aquático pode-se trabalhar de modo lúdico onde o paciente poderá desenvolver atividades que seriam limitadas em solo. Diante desses estudos observou-se a atenção dada a aspectos relacionados a alterações cardiorrespiratórias, qualidade de vida, manutenção da mobilidade e independência para as AVD’s. Conclusão: Na literatura são raros os estudos envolvendo DMD e intervenções aquáticas. Foi observado que na maioria dos casos as capacidades estudadas melhoraram ou se mantiveram estáveis. Em nenhum dos artigos houve qualquer sugestão da hidroterapia promover malefícios ou progressão da doença. 

 


Palavras-chave


Distrofia Muscular de Duchenne; Hidroterapia;

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R. fisioter. reab., Universidade do Sul de Santa Catarina, Palhoça, ISSN 2526-7353

 

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