O simbólico e a falácia da Pós-modernidade

Priscilla Rodrigues Simões

Resumo


No presente escrito, busca-se discutir a produção simbólica na contemporaneidade, a partir da leitura de autores que se debruçaram sobre a temática da relação complexa, e tensa, entre as noções de modernidade e pós-modernidade: Latour, Baudrillard, Debord, Lyotard, Deleuze, Jameson, Pelbart dentre outros. Nosso primeiro movimento, será o de percorrer a trajetória desses teóricos e, quando possível, aproximar a Análise de Discurso francesa ao debate, haja vista que essa se trata de uma disciplina de entremeio, de interpretação e posicionamento político quanto às discursividades produzidas pela/na vida em sociedade tal como postulou Pêcheux. No intuito de conhecer as características do simbólico na contemporaneidade, questionamo-nos sobre a produção do desejo pela cultura do consumo que, através da instância simbólica, mina o imaginário social, produzindo subjetividades e implicando em novos modos de estar no mundo e de se relacionar socialmente.

Palavras-chave


Contemporaneidade; Discursividades; Produção de subjetividade

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R. cient. ci. em curso, Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 2317-0077