DIFERENTES DOSES DE BIOFERTILIZANTE PROVENIENTE DA DIGESTÃO ANAERÓBIA DE EFLUENTE DE PROCESSAMENTO DE MANDIOCA NO CULTIVO DE SOJA

Carlos Alexandre Alves Pessuti, Eliane Hermes, Andressa Caroline Neves, Rafaela Pachega da Silva, Manoel Penachio, Dilcemara Cristina Zenatti

Resumo


O biofertilizante proveniente da digestão anaeróbia do efluente da indústria de processamento de mandioca é rico em material orgânico, fornecendo elementos essenciais para o desenvolvimento da planta, como, nitrogênio, fósforo e potássio. Adicionado ao solo promove a mineralização dos elementos que poderão ser absorvidos pelas plantas da mesma forma que os dos fertilizantes minerais, além de melhorar suas qualidades físicas, químicas e biológicas. O objetivo deste estudo consistiu no uso de efluente proveniente da indústria de processamento de mandioca previamente tratado em biodigestor anaeróbio contínuo. Foi utilizada a variedade de soja BRASMAX POTENCIA RR, que recebeu cinco diferentes doses do biofertilizante, 0,00; 30,00; 60,00; 90,00 e 120,00 kg ha-1 de K2O, com cinco repetições cada. Foram realizadas análises físico-químicas do biofertilizante e do solo no início do cultivo e monitorados os parâmetros de altura, número de vagens e produtividade das plantas. Os resultados foram bastante satisfatórios, uma vez que o tratamento com dose de biofertilizante de 120 kg ha-1 de K2O obteve taxa de crescimento das plantas 90% maior e a produtividade 250% maior que as plantas que não receberam nenhuma dosagem.


Palavras-chave


desenvolvimento sustentável; solo; taxa de crescimento

Texto completo:

PDF/A


DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rgsa.v4e02015556-564

R. gest. sust. ambient., Florianópolis.Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 2238-8753 Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.