Memórias e histórias e narrativas sobre os cassinos cariocas: um estudo metodológico

Antônio Tostes Baêta Vieira

Resumo


O presente artigo, parte de uma pesquisa sobre três cassinos no Rio de Janeiro (Atlântico, Copacabana e Urca), tem por objetivo apontar caminhos, lançar questões sobre os usos e a realização de entrevistas e compreender os acessos que fazemos à memória ao tratarmos de um assunto pouco abordado pela historiografia. Assunto este que tem como especificidade o trato com classes, ditas, das elites sociais que, grosso modo, não são objeto de estudo da história oral. Nesta pesquisa consideramos o acesso que se faz à própria memória e quando se é indagado por outro. Esta questão se faz pertinente ao discutirmos a memória e sua veracidade onde utilizaremos o conceito de Paul Ricœur, mas ampliaremos um pouco mais a questão da verdade da memória quando tratarmos da memória do outro.


Palavras-chave


Memória; História oral; Cassino.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/memorare.v1e2201427-48

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