As pinturas rupestres do Brasil: memória e identidade ancestral

Michel Justamand

Resumo


O presente artigo descreve as relações da arqueologia desenvolvida no Brasil, desde o século XIX, com as pinturas rupestres. São um dos muitos tipos de vestígios deixados pelos primeiros habitantes das terras brasilis. Além desses vestígios nas terras hoje conhecidas como Brasil, encontramos ossadas, pedras polidas, cerâmicas, crânios, mas as pinturas rupestres têm destaque por que são facilmente verificáveis e estão plasmadas em muitos locais do país. Espalhadas, por muitos países, conhecem-se também uma variante das artes rupestres no Brasil, as gravuras. Essa forma de comunicação ancestral também é muito recorrente no território brasileiro. Escolhemos, neste artigo, apresentar, com maior ênfase, as pinturas rupestres em suas formas mais características, suas localizações e seus imagináveis sentidos, além de algumas presumíveis “interpretações”. Espera-se com esses escritos contribuir com a produção ancestral e imemorial do Brasil para a, definitiva, ampliação do período da história do país, levando para muito antes de 1500.


Palavras-chave


Pinturas rupestres; Arqueologia; Piauí.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/memorare.v1e22014118-141

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