Comemorações, monumentos e museus: ações mediadoras para recordar

Alba Cristina Couto dos Santos

Resumo


Este texto busca analisar formas de regulação e gerenciamento da visibilidade de um determinado grupo social do Rio Grande do Sul (1942-1980). A partir dos líderes do cooperativismo de crédito e do associativismo na cidade de Nova Petrópolis, que possuem como base fundadora Theodor Amstad S.J., identificamos rememorações sistemáticas desse líder fundador e suas ações desde 1942, até os dias atuais. As memórias constituídas e seus eventos podem ser entendidos como afetivos, ou como uma dominação simbólica, nesse caso, institucional. Entendemos que as comemorações e os lugares de recordar são capazes de criar um ambiente de familiaridade, empatia, afetividade e, por consequência, referenciais de identidade. O recordar do imigrante suíço tornou-se, ao longo do tempo, institucionalizado por aqueles que chamamos aqui de “notáveis da memória” por meio de festas em datas específicas e pelo erguimento de monumentos e museus.


Palavras-chave


Theodor Amstad; Recordar; Notáveis da memória.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/memorare.v1e3201416-31

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