L’aura électronique l’imaginaire, le sacré et la vie digitale

Vincenzo Susca

Resumo


Em meio às representações sagradas, a aura contorna todo o corpo do santo, depois unicamente sua cabeça e, em seguida, ela se movimenta para acima de seu crânio, para enfim se dissipar. A aura constituía a confirmação do santo e ela possuía valor terapêutico. O contato com seu corpo, o privilégio de tocar o santo, garantia a saúde ao fiel. Na época da Internet, das redes sem fios e os dispositivos portáteis conectados, a aura eletrônica se apresenta como a trama que religa de maneira cada vez mais tátil cada membro de um grupo a um outro e as projeções de seu imaginário. Assim, comunicar equivale cada vez mais a estar em comunhão, a estar junto a partir de uma forma de imaginação sensível. Neste cenário, estamos todo o tempo rodeados de uma espécie de nuvem densa de relações, de informações e de símbolos que integram e desintegram nossa identidade numa relação contínua com o outro, deixando-nos confluir numa carne eletrônica da qual nós não somos mais que uma parte imaginal.

Palavras-chave


Imaginação sensível; Comunhão; Identidade; Aura eletrônica.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/memorare.v4e2-I2017161-191

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Revista Memorare, Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 2358-0593.

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