Trevas e queda: análise do imaginário feminino na representação de fake news sobre Marielle Franco

Eunice Simões Lins, Flávia Lopes

Resumo


O imaginário social que constrói o mundo de representações simbólicas femininas é permeado por arquétipos que nos rementem a símbolos de vários tipos de referências, inclusive negativistas. Procuramos neste artigo traçar algumas dessas representações negativadas nas notícias falsas divulgadas sobre a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), assassinada em março de 2018. Neste artigo, buscamos por base a teoria do trajeto antropológico do imaginário, traçado por Gilbert Durand, em que procura a compreensão simbólica do imaginário por meio de dois regimes: o Regime Diurno e o Regime Noturno, partindo do pressuposto de que todas as formas de produção simbólica que temos na sociedade são reflexos do nosso imaginário social, como por exemplo, a produção midiática.

Palavras-chave


Imaginário; Fake News; Mulher

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/memorare.v5e1201878-96

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Revista Memorare, Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 2358-0593.

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