Literatura destinada às crianças: uma possível discussão de gênero

Ivonete Segala, Dilma Beatriz Juliano

Resumo


Já é voz corrente que os livros infantis fazem com que as crianças embarquem em fantásticas aventuras que misturam realidade e fantasia através de suas palavras e ilustrações. No entanto, há na literatura mais do que isso, afirma-se existirem possibilidades de formação para a vida em sociedade. Neste sentido, considera-se que a literatura vem ao longo do tempo participando como artefato cultural na reorganização das percepções de mundo, passando por movimentos renovadores, visando, muitas vezes, romper com preconceitos, estereótipos e padrões culturais historicamente construídos, como, por exemplo, com as questões de gênero. Para sustentar a hipótese de que a literatura infantil acompanha a dinâmica social de conteúdos narrativos e se insere no debate mais contemporâneo sobre as relações de gênero, o artigo enfoca duas obras literárias de autores já consagrados no mercado editorial destinadas às crianças: O reino adormecido, de Leo Cunha (2012) e O rei maluco e a rainha mais ainda, de Fernanda Lopes de Almeida (2006). Este artigo pretende discutir, então, como a literatura destinada às crianças vem abordando, nas produções contemporâneas, as questões de gênero.

Palavras-chave


: Literatura infantil. Gênero. Fernanda Lopes de Almeida.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.19177/memorare.v6e1201936-53

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2019 Ivonete Segala, Dilma Beatriz Juliano

Revista Memorare, Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 2358-0593.

  Licença Creative Commons
Revista Memorare de Revista Memorare está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.