Educar para a imaginação

Alberto Filipe Araújo, Iduína Mont’ Alverne

Resumo


Neste estudo, defendemos que, através da imaginação, a educação tenha acesso aos seus símbolos e que estes, por sua vez, sejam educados mediante uma cultura educacional de vocação humanista, cosmopolita e pluralista. Uma educação que ensine a viver com os conceitos (logos) e com os símbolos vivos da cultura (mythos) e do imaginário ancestral embebido dos seus mitos transhistóricos e transculturais. O estudo se apresenta em duas partes: a primeira é dedicada à educação da imaginação e nela tratamos da imaginação e da sua educação; a segunda parte dedicamo-la à pedagogia da imaginação onde focamos o modo como encaramos o seu lugar na relação pedagógica educativa atual. Por último, importa sublinhar que as produções da imaginação, e os vários tipos de imaginário às quais elas dão origem, exigem em permanência uma cuidadosa atenção hermenêutica por parte daqueles que tratam da relação da educação com a imaginação.

Palavras-chave


Imaginação; Educação; Hermenêutica.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/memorare.v4e2-II201773-105

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