O medo no imaginário e o imaginário do medo

Heloisa Juncklaus Preis Moraes, Luiza Liene Bressan, Reginaldo Osnildo

Resumo


As atitudes imaginativas são uma tentativa de enfrentamento dos semblantes do tempo: o Cronos e a morte, o universo da angústia existencial, e o imaginário, neste sentido, configura-se enquanto potência simbólica. Dentro da multiplicidade de imagens há o medo, elemento que impulsionara a própria atualização simbólica do homo, mas que por sua vez desenvolve um repertório particular de imagens: o imaginário do medo. Tema recorrente em várias discussões, objetos e corpus dos estudos desenvolvidos no Grupo de Pesquisas do Imaginário e Cotidiano, este artigo faz uma discussão teórica entre a presença do medo no imaginário e as imagens que o representam.

Palavras-chave


Imaginário; Medo; Imaginário do medo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/memorare.v4e2-II2017209-223

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